Samba-Enredo 2024 - Catopês - Um Céu de Fitas

Acadêmicos de Niterói

O meu canto é pra você, sentimento verdadeiro
Salve Jorge, Ogum yê, meu padroeiro
Meu azul e branco é o manto que me guia
O samba de Niterói
Que encanta a avenida

O meu canto é pra você, sentimento verdadeiro
Salve Jorge, Ogum yê, meu padroeiro
Meu azul e branco é o manto que me guia
O samba de Niterói
Que encanta a avenida

Firma nesse batuque! Vamos com tudo, comunidade!
É hora do show! Niterói!

Niterói em louvação
Faz a manifestação
Ganha a rua o som do preto
Vem trazer a batucada
Sou das Minas, peregrino
O milagre a se mover
Oiá-lá-oia eu tô
No cortejo do Catopê

Niterói em louvação
Faz a manifestação
Ganha a rua o som do preto
Vem trazer a batucada
Sou das Minas, peregrino
O milagre a se mover
Oiá-lá-oia eu tô
No cortejo do Catopê

Ô sagrado!
Sagrado tambor de fé (Ô! De fé)
É de enfrentar maré!
Brada seu vissungo
Africano chão fecundo
Que o escravo ganhou mundo
Pra louvar seus ancestrais

Trouxe de Angola
Resistência quilombola
E rompeu a dor da argola
Pelas bandas das Gerais

Bota preto Benedito no altar
Que não tem mais capiongo não (tem que ter!)
Reina o Congo sem calvário
Para a virgem do Rosário
Fiz a minha oração

Céu de fita! Chão de terno
No estandarte brilha eterno
A divina santidade

Vela acesa, dor curada
Tem caboclo e marujada
Pelas cores da saudade

Vela acesa!
Vela acesa, dor curada
Tem caboclo e marujada
Pelas cores da saudade

Toca o sino!
Toca o sino da igrejinha e a cidade se agita
Dançam corpos feito pipas pra Nobreza coroar
Se o cortejo emudece, em silêncio
Mestre Zanza
Pra provar que a Intolerância
Não merece o meu cantar

Arreda minha gente!
Arreda do caminho
Que lá vem Nossa Senhora
Vem trazendo seus anjinhos

Tem desfile em romaria, a negrura enfeitada
Santo Rei do meu legado
Vem fazer sua congada

Niterói em louvação
Faz a manifestação
Ganha a rua o som do preto
Vem trazer a batucada
Sou das Minas, peregrino
O milagre a se mover
Oiá-lá-oia eu tô
No cortejo do Catopê

Niterói em louvação
Faz a manifestação
Ganha a rua o som do preto
Vem trazer a batucada
Sou das Minas, peregrino
O milagre a se mover
Oiá-lá-oia eu tô
No cortejo do Catopê

Ê sagrado!
Sagrado tambor de fé (Ô! De fé)
É de enfrentar maré!
Brada seu vissungo
Africano chão fecundo
Que o escravo ganhou mundo
Pra louvar seus ancestrais

Trouxe de Angola
Resistência quilombola
E rompeu a dor da argola
Pelas bandas das Gerais

Bota preto Benedito no altar
Que não tem mais capiongo não
Reina o Congo sem calvário
Para a virgem do Rosário
Fiz a minha oração

Céu de fita! Chão de terno
No estandarte brilha eterno
A divina santidade

Vela acesa, dor curada
Tem caboclo e marujada
Pelas cores da saudade

Vela acesa, dor curada
Tem caboclo e marujada
Pelas cores da saudade

Toca o sino!
Toca o sino da igrejinha e a cidade se agita
Dançam corpos feito pipas pra Nobreza coroar
Se o cortejo emudece, em silêncio
Mestre Zanza
Pra provar que a Intolerância
Não merece o meu cantar

Arreda! Arreda!
Arreda minha gente!
Arreda do caminho
Que lá vem Nossa Senhora
Vem trazendo seus anjinhos

Tem desfile em romaria, a negrura enfeitada
Santo Rei do meu legado
Vem fazer sua congada

Niterói em louvação
Faz a manifestação
Ganha a rua o som do preto
Vem trazer a batucada
Sou das Minas, peregrino
O milagre a se mover (oiá-lá-oia)
Oiá-lá-oia eu tô
No cortejo do Catopê

Niterói em louvação
Faz a manifestação
Ganha a rua o som do preto
Vem trazer a batucada
Sou das Minas, peregrino
O milagre a se mover
Oiá-lá-oia eu tô
No cortejo do Catopê

Niterói em louvação
Faz a manifestação
Ganha a rua o som do preto
Vem trazer a batucada
Sou das Minas, peregrino
O milagre a se mover
Oiá-lá-oia eu tô
No cortejo do Catopê

Firma nesse batuque!
Acadêmicos de Niterói!

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