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  2. 2

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  3. 3

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  4. 4

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  5. 5

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  6. 6

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  7. 7

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  8. 8

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  9. 9

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  10. 10

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  11. 11

    Alex Frechette - Excluídos das Trends

  12. 12

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  13. 13

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  14. 14

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  15. 15

    Alex Frechette - Ninguém Sonha Com Celulares

  16. 16

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  17. 17

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  18. 18

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  19. 19

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  20. 20

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    Alex Frechette - Primeiro Lote

  23. 23

    Alex Frechette - Que folga!?

  24. 24

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  29. 29

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  30. 30

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Que folga!?

Alex Frechette

Fugir da taquicardia
E produzir sem ânsia produtivista
E assim descansar
Já sem culpa
E sem conquistas na sociedade
Que é a do cansaço
E da meritocracia
E como tirar um dia de folga
Sem ficar doente
Como ler um livro atentamente
Sem que seja no intervalo do almoço

O frio e a roupa pra lavar
E o terreno pra capinar
E a cerca pra consertar
Se amotinar
E a pele que se quer tocar

Cansado de estar cercado de gente que ganha muito mais que eu
E vive reclamando da falta de dinheiro
A burguesia pobre ainda me pede paciência
Como se não tivesse sempre tudo, tudo, tudo
Presença, licença e muita condescendência

Não dá pra nem admirar
O sol numa tarde de Itapuã
Ou mesmo de Itaipu
O dia pra vadiar ficou na canção mole
É porque a vida real nunca deixou de ser escravocrata
Anunciando do alto do muro dos dias de luta
O machucado que se esquece de curar
E não há nada que a IA possa fazer sobre a isso

Fugir da taquicardia
E produzir sem ânsia produtivista
E assim descansar
Já sem culpa
E sem conquistas na sociedade

Cansado de estar cercado de gente que ganha muito mais que eu
E vive reclamando da falta de dinheiro
A burguesia pobre ainda me pede paciência
Como se não tivesse sempre tudo, tudo, tudo
Presença, licença e muita condescendência

Cansado de estar cercado de gente que ganha muito mais que eu
E vive reclamando da falta de dinheiro
A burguesia pobre ainda me pede paciência
Como se não tivessem sempre tudo, tudo, tudo
Presença, licença e muita condescendência

Fugir da ta

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