Eu vos digo: Em muitas igrejas já não entro mais
Porque não me dão lugar
Em muitos altares, eu fico do lado de fora
Enquanto o homem se assenta no centro
Por isso, passarei o cordão de medir
Do altar à porta, e da porta ao altar
Revelarei pecados escondidos
Que muitos profetas não tiveram coragem de falar
O que foi oculto será exposto
O que foi maquiado será trazido à luz
O cheiro subiu às minhas narinas
E não é incenso: É mentira, é engano, é vaidade
Mas diz o Senhor: Aguardem a surpresa, eu vou agir
Despertarei a minha igreja debaixo de choro
Não será pelo aplauso nem pelo palco
Mas pelo quebrantamento
Tenho novo tempo para minha noiva
Mas antes o pecado precisará ser confessado
E o coração rasgado diante de mim
É tempo de conserto, a figueira eu vou sacudir
Não há quem escape das minhas mãos
Sou amor, também sou justiça
Eu vejo tudo, eu escuto tudo
Nada escapa dos meus olhos
A igreja é minha, eu a comprei com preço de sangue
E ninguém impedirá a minha mão
Eu vou sacudir, eu vou arrancar
Eu vou fazer do meu jeito
A faxina já começou, estou varrendo o altar
Quem é santo, santifique-se ainda mais
Quem permanece no pecado revela o que escolheu
Quem é santo, santifique-se ainda mais
Quente ou frio, porque o morno eu vomito da minha boca
É tempo de conserto, falsos profetas se levantaram
Pregando promessas que eu não fiz
Profetizando em meu nome o que eu nunca falei
Mas a verdade será pregada novamente
O engano não prevalecerá sobre a minha igreja
Escute!
Ainda é tempo de arrependimento, ainda há misericórdia
Mas a escolha permanece
Vida ou morte, céu ou inferno, qual você vai escolher?
Segundo as Crônicas 7:14
E se o meu povo, que se chama pelo meu nome
Se humilhar, orar e buscar a minha face
Se converter dos seus maus caminhos
Eu os ouvirei dos céus
Perdoarei os seus pecados
E sararei a sua terra