1. 1

    Bruno - Veneno da Serpente (part. Guilherme Torres)

  2. 2

    Bruno - Índia (part. Ricardo Pereira)

  3. 3

    Bruno - Arrependida (part. Ricardo Pereira)

  4. 4

    Bruno - Devolva a Passagem (part. Ricardo Pereira)

  5. 5

    Bruno - Saudade da Minha Terra (part. Ricardo Pereira)

  6. 6

    Bruno - Estrela de Ouro (part. Ricardo Pereira)

  7. 7

    Bruno - Nuvem Passageira (part. Ricardo Pereira)

  8. 8

    Bruno - Rei do Gado (part. Ricardo Pereira)

  9. 9

    Bruno - Filho Pródigo (part. Enzo Rabelo)

  10. 10

    Bruno - A Mão do Tempo

  11. 11

    Bruno - O Céu Chorou Por Mim / Vestido Molhado (part. Ricardo Pereira)

  12. 12

    Bruno - Pagode Em Brasília (part. Ricardo Pereira)

  13. 13

    Bruno - Peão da Cidade (part. Ricardo Pereira)

  14. 14

    Bruno - Peito Sadio (part. Ricardo Pereira)

  15. 15

    Bruno - Mensagem do Além (part. Ricardo Pereira)

  16. 16

    Bruno - No Colo da Noite (part. Ricardo Pereira)

  17. 17

    Bruno - Poemas das Cordas (part. Ricardo Pereira)

  18. 18

    Bruno - Só Mais Uma Vez (part. Ricardo Pereira)

  19. 19

    Bruno - Amargurado (part. Ricardo Pereira)

  20. 20

    Bruno - Cama Fria (part. Ricardo Pereira)

  21. 21

    Bruno - Mágoa de Boiadeiro (part. Ricardo Pereira)

  22. 22

    Bruno - Pai, por quê? (part. Enzo Rabelo)

  23. 23

    Bruno - Cacos de Briga (part. Hugo & Alex e Enzo Rabelo)

  24. 24

    Bruno - Chamada a Cobrar / O Rio de Piracicaba

  25. 25

    Bruno - Águas do São Francisco

  26. 26

    Bruno - Boi Soberano

  27. 27

    Bruno - Chico Mineiro

Boi Soberano

Bruno

Me alembro e tenho saudade do tempo que vai ficando
Do tempo de boiadeiro que eu vivia viajando
Eu nunca tinha tristeza, vivia sempre cantando
Mês e mês cortando estrada no meu cavalo ruano
Sempre lidando com gado, desde a idade de 15 anos
Não me esqueço de um transporte, seiscentos bois cuiabanos
No meio tinha um boi preto por nome de Soberano

Na hora da despedida o fazendeiro foi falando
Cuidado com este boi que nas guampas é leviano
Este boi é criminoso, já me fez diversos danos
Tocamos pelas estradas naquilo sempre pensando
Na cidade de Barretos, na hora que eu fui chegando
A boiada estourou, uai, só via gente gritando
Foi mesmo uma tirania, na frente ia o Soberano

No comércio da cidade as portas foram fechando
Na rua tinha um menino, decerto estava brincando
Quando ele viu que morria de susto foi desmaiando
Coitadinho debruçou na frente do Soberano
O Soberano parou, ai, em cima ficou bufando
Rebatendo com o chifre os bois que vinham passando
Naquilo o pai da criança de longe vinha gritando

Se este boi matar meu filho, eu mato quem vai tocando
E quando viu seu filho vivo e o boi por ele velando
Caiu de joelho por terra e para Deus foi implorando
Salvai meu anjo da guarda desse momento tirano
Quando passou a boiada, o boi foi se retirando
Veio o pai dessa criança, me comprou o Soberano
Este boi salvou meu filho, ninguém mata o Soberano

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