(Dois, três)
Não tenho chifres nas minhas paredes
Mas conheço bem os chamados de acasalamento
Que vem das cabines dos bares numa sexta à noite
E outros garotos podem precisar de um mapa
Mas eu posso fechar meus olhos
E te ter na palma da minha mão assim
Então, querida
Quando precisar que o trabalho seja feito
Pode me chamar, querida
Porque você não precisa me explicar
Isso já faz parte da minha natureza
Então, receba como quem gosta de receber
Porque, querida, sou do tipo que gosta de proporcionar
Não precisa ter pressa
Porque, querida, eu cumpro o que prometo
Não sou um caipira que desiste
Eu dou conta do recado
Eu dou conta do recado
Garota, não preciso de uma caminhonete tunada
Roncando alto, pra te buscar
Porque meu toque é tão bom quanto a minha aparência
E nessa cidade de sonhos e de promessas vazias
Boa sorte em encontrar um homem que tenha condições
De te fazer ver estrelas, a noite toda, na posição da vaqueira
Então, querida
Se você nunca teve alguém assim
Pode me chamar, querida
Porque você não precisa me explicar
Isso já faz parte da minha natureza
Então, receba como quem gosta de receber
Porque, querida, sou do tipo que gosta de proporcionar
Não precisa ter pressa
Porque, querida, eu cumpro o que prometo
Não sou um caipira que desiste
Eu dou conta do recado
Eu dou conta do recado
Na-na-na-na-na-na-na-na
Na-na-na-na-na-na-na-na
Na-na-na-na-na-na-na-na
Na-na-na (ela dá conta do recado)
Na-na-na-na-na-na-na-na
Na-na-na-na-na-na-na-na (ela dá conta do recado)
Na-na-na-na-na-na-na-na
Na-na-na
Porque você não precisa me explicar
Isso já faz parte da minha natureza
Então, receba como quem gosta de receber
Porque, querida, sou do tipo que gosta de proporcionar
Não precisa ter pressa
Porque, querida, eu cumpro o que prometo
Não sou um caipira que desiste
Eu dou conta do recado
Eu dou conta do recado
Eu dou conta do recado
Eu dou conta do recado
Eu dou conta do recado
Sim, senhora
Sim, eu dou mesmo
De nada