Maquiagem no olho eu evito uma lágrima
Não quero borrar ela com o eu notável
Inevitável o balé não importa o que eu faça
A vida logo é uma tormenta interminável
Nada que é tão bonito igual filme da marvel
Maleável igual um origami, o guardanapo
Dando importância inacabável pro meu cacho
Eu racho a cuca quando eu fumo um baseado
Andando no mercado logo penso na balança
O justo do término pelo preço da cobrança
Levo tudo aquilo que não quero pagar
Errar não é pecado se ela for a minha janta
O COPA me ensinou pegando queijo lá no fundo
Eu não me orgulho, mas é assim que a vida anda
O tempo não é mais o mesmo e continua frio
Complicado que eu já perdi a esperança
A água não ajuda nenhum peixe a nadar
Ele que escolhe se vai morrer na margem
A água ama quando ele desiste e não age
É muito mais bonito acabar com um covarde
Areia é pesada pra quem nela anda com medo
O peso do corpo aumenta quando é mais tarde
O dia é imenso incontável a passagem
A fé move montanhas, mas não abre suas margens
O caminho andando leva ao vale dos gnomos
Homo com a sapiência da maldade pura
A cura encontrada no tal cogumelo roxo
Pegaram e perceberam que é uma criatura
Brava olhando pro alto procurando a fenda
O coração do dono já sofreu a ruptura
Cansado depois cuspir a vida e a verdade
Inquieta, ela permanece se mantendo dura