Um Dia Na Minha Quebrada (remix) (Pirlo, Tony Monta, Topboy TGR e Akapellah)

DFZM

(Memórias batendo na minha cabeça)
(Acompanhadas de lágrimas e suspiros)
(Deitado aqui na minha cama vazia)
(Tô lendo no meu livro de mentiras)

Ah-ah, é
Ah-ah-ah
É, é, é
Ah-ah-ah, é
Ah-ah-ah, é
Tão me dizendo que a minha quebrada foi invadida, ah
Que a minha quebrada foi invadida

Tão me dizendo que a minha quebrada foi invadida pela polícia
Que do lado da minha casa acharam uma mercadoria (mercadoria)
De quem é, porra? Me pergunta a polícia
Mas, caramba, é com isso que eu lido todo dia (todo dia)

Abençoa a vida, a gente não tá na seca
Mas esse é o corre que eu faço todo dia
Eu continuo pensando no que vai ser da minha vida
E a sua mina não é mais minha, mas quer ser minha

Tão me dizendo que no telhado tem gente da SIJIN (a SIJIN)
Que é pra eu ir ver se a mercadoria tá a salvo
Eu não confio em ninguém, faço o sinal da cruz quando eu saio
Porque mais de um mano já provou ser traiçoeiro (é)

Que entrem com força os que vierem atrás de mim
Porque, se não, eu piso neles e parto no meio
Vale o desprezo, disso a gente já viu aos montes, ah-ah

Cada um que segure a sua merda, que essa rodada deu ruim
Os polícias filhos da puta tão chutando minha porta
Eu canto de rua porque vivi tudo de perto
Desde moleque eu vejo gente morta

As telhas tão tremendo, a polícia entrou (ô, caramba)
Meu colar arrebentou, algo me avisava
Que eu não devia sair hoje, que eles iam vir
Mas um dia sem correr atrás é um dia sem comida

Se não firmar o passo, eu corto e arranco o pedaço
Menor de doze com um trinta e oito na mão
Irmãos vendendo irmãos e mulheres vendendo o corpo
Não quero cantar problema, mas é que a gente tem aos montes

Todas-todas-todas-todas essas minas, todas essas gostosas, todas-todas querem ser minhas
Gata, o problema não, não é você, beleza?
Eu tô juntando grana pra dar fim em quem atravessar meu caminho
Fecha essa boca, louca, armas não combinam com você

Querem falar de bandidagem e não têm moral
Querem falar de mina, mas a gente já passou por aí
Querem falar de armas e depois saem chorando
E reclamam quando matam o irmão deles

(Porra) um dia na minha quebrada
(Você não-, você não-) você não é mau, você é só um bobo que fica cantando
Eu canto o que vivo, por isso tão reclamando (é)
Não importa, não gostam de mim, é mais um na conta
Mas até alguém fazer o que eu fiz, eu vou seguir representando (eu sou a máxima)

Bendito, não, 2005 é o favorito
O não favorito que trata seu favorito como filho
E não me importa o quanto chorem, não tem como me alcançar
E diz pro seu chefe não me ligar

Ah-ah-ah, é
Eles queriam sangue e eu botei meu Force vermelho
Ah-ah-ah, é
Eu sou a máxima, eles tão de olho em mim

Tão me dizendo que a minha quebrada foi invadida pela polícia
Que do lado da minha casa acharam uma mercadoria
De quem é, porra? Me pergunta a polícia
Mas, caramba, é com isso que eu lido todo dia

Tão me dizendo que a minha quebrada foi invadida pela polícia
Que do lado da minha casa acharam uma mercadoria
De quem é, porra? Me pergunta a polícia
Mas, caramba, é com isso que eu lido todo dia

Abençoa a vida, a gente não tá na seca
Mas esse é o corre que eu faço todo dia
Eu sigo pensando no que vai ser da minha vida
E a sua mina não é mais minha, mas quer ser minha

Tão dizendo que vão vir cedo atrás de mim
Mas eu acordo mais cedo ainda e isso eles não sabiam
É de quem? Quem foi? A polícia, he
Quem var dirigir, porra?

Eu ando com os diabos que brincam com a própria vida
Com linhas invisíveis por causa de mercadoria pesada
Menor de 14 indo fazer o bagulho de verdade
As meninas se vendendo, se arriscando pegar um HIV

Eu corro atrás todo dia, a droga acesa
No ponto não tem fiado, só sai na cortesia
Muitos querem brilho porque era a fantasia
Mas explode um problema e na hora eles gelam

Poucos são reais, eu não confio em nenhum
E se morreu, é porque merecia
A gente conhece o inferno no escuro
Aqui tem cena que fica muito mais difícil
Aparece mais Judas, e são os que cumprimentam
Eles se apagam sozinhos, meu bom, nunca duram

Aprende a ser real, que sua palavra e seu critério falam por você
Respeito por respeito, sempre é o protocolo
Se vê que não tem respeito, mete bala
Aqui ninguém se ajoelha pra ninguém, que não venha pagar de durão

Tem uns manos na sua quebrada que já abaixaram a bola
Você é daqui ou do outro lado?
Sempre que recebem, é porque alguém mandou bala
Eu ando com bandidos, eu não ando com covarde

Franguinhos igual aos que você anda
Eu ando com bandido, com dono da farra
Palhaço, diz aí, quem é seu chefe? Quem mandou você?
Saí da linha pra vocês verem o que tô arrumando

Pra você ver e nem vir arrumar briga comigo
Eu ando com Yachiro e um bocado de inimigo dele
Porque pra mim eles morreram, mas eram como irmãos
Mas isso foi antes, antes a gente era amigo

Agora não somos amigos, somos inimigos
Tamo na quebrada tocando o terror mais agressivo
E mais agressivo (mais agressivo), tamo mais agressivo
É, é

Tão me dizendo que a minha quebrada foi invadida
Ha, na minha quebrada, polícia
De quem é, porra? A polícia, ah
Porra, quem me–?

Tão me dizendo que a minha quebrada foi invadida pela polícia
Que do lado da minha casa acharam uma mercadoria
De quem é, porra? Me pergunta a polícia
Mas, caramba, é com isso que eu lido todo dia

Abençoa a vida, a gente não tá na seca
Mas esse é o corre que eu faço todo dia
Eu sigo pensando no que vai ser da minha vida
E a sua mina não é mais minha, mas quer ser minha

Senhor, me livra do bom, porque do mau eu me livro sozinho
Meu pai dizia e nunca errou
O esquema já tava pronto, o parceiro finalizou
E agora ele quer o que eu tenho, mas não correu atrás

Eu nunca abaixo a guarda, tô sempre com a arma
Tô de óculos Gucci tipo Balotelli
Ando com morte na cabeça igual Melly
Não vem atormentar, que eu tô com meus parça

Não, senhora, se a vida é um banquete
Quem não trampou comigo não vai embarcar no meu avião
Quem não acreditou em mim, não quero na mansão
E nem venha dar desculpa, eu não tolero traição, meu filho

Tão me dizendo que na quebrada entrou a tropa pesada
Liguei pro mano, falei pra ele se esconder
Pra apagar vídeo e foto do celular
Amanhã a gente pega outro, é pra eles respeitarem

E eu não sou malandro, eu sou é maconheiro
E não curto coisinha fraca, compro sempre por pacote
Na minha bolsa tem um Labubu, mas dentro tem um pacote
Sua mulher quer ser minha, quer que eu acabe com ela

Tão me dizendo que minha quebrada foi invadida
Que do lado da minha casa acharam a mercadoria
De quem é, porra? Me pergunta a polícia
Mas, caramba, é com isso que eu lido todo dia

A rua fervendo, minha gente envolvida
Queriam acabar com a gente, mas tamo com o cara lá de cima
Eles acham que todo preto é ladrão
Eu roubei pra mim e agora sua mina é minha

(Ah-ah, é)
(Ah-ah-ah, é)
(É, é, é)
(Ah-ah, é)
(Ah-ah-ah, é)

(Estão dizendo que, é)
(Estão dizendo que, nah)

(Memórias)
(Memórias)
(Memórias)
(Memórias batendo na minha cabeça)

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