Sob a névoa fria das colinas verdes
Onde o vento sussurra nomes do além
Nas pedras erguidas pelos antigos druidas
Ecoa a voz daqueles que jamais caíram
O fogo dança em círculos sagrados
Runas brilham no chão de musgo e fé
Espadas dormem em lagos encantados
Aguardando a mão digna de erguê-las
Ouça o chamado do corvo no céu
Ele carrega segredos do tempo ancestral
O sangue da terra corre em nós
Somos herdeiros do mundo espiritual
Nós somos filhos do carvalho antigo
Da Lua cheia e do Sol de verão
Carregamos a magia em nosso espírito
E lendas vivas em nossos corações
Entre fadas, deuses e guerreiros
Nossa história ninguém apagou
Do véu entre os mundos nós nascemos
Mitologia Celta, somos aqueles que permaneceram
Brigid acende a chama da criação
Lugh traz a luz na ponta de sua lança
Cernunnos guarda a floresta e a terra
Enquanto o povo dança em transe e esperança
Poções feitas de ervas e estrelas
Caldeirões que jamais se esvaziarão
A morte é apenas uma ponte entre esferas
Pois a alma sempre retornará
Quando o tambor da guerra soa
E o escudo encontra o trovão
Lutamos não apenas por terras
Mas pela honra da tradição
Nós somos filhos do carvalho antigo
Da Lua cheia e do Sol de verão
Carregamos a magia em nosso espírito
E lendas vivas em nossos corações
Entre fadas, deuses e guerreiros
Nossa história ninguém apagou
Do véu entre os mundos nós nascemos
Mitologia Celta, somos aqueles que permaneceram
Se o véu entre os mundos se abre
Não temas o que verás emergir
Ancestrais cantam junto com o vento
Guardando o ciclo do eterno renascer
Nós somos filhos do carvalho antigo
De ferro, canção e ritual
Enquanto a memória e o mito existirem
O povo Celta será imortal