Para quem será que queimam com tanta intensidade As chamas cujo brilho vemos refletido nas águas? Meu querido, você é um viajante tão gentil Coberto de comiseração pela noite, seu pequeno barco de pesca segue sem rumo Deixando que a água guie o caminho
Quando você disse que me amava Fiquei intoxicada e fui consumida pela alegria Meu querido, quero ficar junto de você Mas não importa o quanto nos abracemos, amanhã nos separamos Ao raiar do dia o vento já estará batendo na janela
Nós sabemos que não poderemos viver juntos Mas já não somos mais estranhos Meu querido, como você me faz chorar São tão solitários os lençóis da estalagem dos pescadores Quando chega a aurora no rio Nagara