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Doido de Pedra

Pablo Alborán

Alguns dizem que não sabem onde ir
Outros murmuram que não têm casa
As pessoas dizem que nunca dormem
A má sorte sempre o acompanha
Dizem e dizem que sairá da cidade porque sussurram
Seu nome nas suas costas
Jovem e pronto más louco de acorrentar, conhece bem a amarga solidão

Vive o momento sem perder o fôlego, é tomado seu tempo e o confundem com o vento
O confundem com o vento
doido de pedra
doido de pedra
Não tem rumo nem caminho vive na liberdade
doido de pedra
doido de pedra
Ninguém disse a ele para onde teria que andar

Já ninguém sabe se é mentira ou realidade
Se é um fantasma ou está vivo de verdade
Se dedicam a espiar pela janela, caso apareça o louco
Pela manhã
Deixa seu rastro pelas ruas de Madri,
Se ouvem seus gritos quando está perto daqui
Meio mortal e meio zumbi se chegou a dizer
Ouví que uma vez o viram perto de mim

Seu tempo e o confundem com o vento
O confundem com o vento
doido de pedra
doido de pedra
Não tem rumo nem caminho vive na liberdade
doido de pedra
doido de pedra
Ninguém disse a ele para onde teria que andar

Dizem que está louco sem saber quem é
Se assustam com alguém que não vêem
Maldito ouvido que em tudo crê
Pobre louco

doido de pedra
Não tem rumo nem caminho vive na liberdade
doido de pedra
doido de pedra
Ninguém disse a ele para onde teria que andar...
doido de pedra
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