1. 1

    Paullo Costa - Palanque de Amansar Potro

  2. 2

    Paullo Costa - Bochincho

  3. 3

    Paullo Costa - Isto É Rio Grande

  4. 4

    Paullo Costa - Milonga De Capataz

  5. 5

    Paullo Costa - Quando Retorno, Mãe Velha

  6. 6

    Paullo Costa - Um Quadro De Estância

  7. 7

    Paullo Costa - Ama Mãe

  8. 8

    Paullo Costa - Amigo É Pra Sempre

  9. 9

    Paullo Costa - Canoa (Minas do Leão)

  10. 10

    Paullo Costa - Do Meu Jeitão

  11. 11

    Paullo Costa - É Desse Jeito

  12. 12

    Paullo Costa - Escolha a Vida

  13. 13

    Paullo Costa - Gauchão Da Internet (Part. João Luiz Correa, Gaudêncio, Leo -O Gauchão De Apartamento)

  14. 14

    Paullo Costa - O Som Que Meu Rádio Toca

  15. 15

    Paullo Costa - Proseando Com O Campo

  16. 16

    Paullo Costa - Recado de Criança

  17. 17

    Paullo Costa - Sou Colono e Não Mudo

  18. 18

    Paullo Costa - Ave Maria de Mim

  19. 19

    Paullo Costa - Com O Sul No Coração

  20. 20

    Paullo Costa - Em Nome do Pai

  21. 21

    Paullo Costa - Estrada de Um Sonho

  22. 22

    Paullo Costa - Na Morada da Serra

  23. 23

    Paullo Costa - Nunca É Tarde

  24. 24

    Paullo Costa - Romance Com a Sogra

  25. 25

    Paullo Costa - Um Bom Amargo

Quando Retorno, Mãe Velha

Paullo Costa

Dona Dilha, prende um fogo em lenha buena
Que estou chegando basteriado de saudade
Quero aliviar a minha alma no teu rancho
Dessas angústias que me oprimem na cidade

Aquenta a água pra um mate de boas-vindas
Encilhei cedo por gostar da madrugada
E no sereno, rebrilhando à luz primeira,
Deixei um rastro nos acôos da cuscada

(Sinto-me outro quando retorno, mãe velha
Deixo pra trás o dia-a-dia e seus conflitos
Pra saborear o amanhecer na tua morada
Com café preto, pão de casa e ovo frito

Querida mãe, que és ternura feito gente
Num de repente faz a vida melhorar
Se fez coragem retovada de alegria
E ensina aos filhos o seu jeito de lutar)

As mesmas mãos que atendem bichos de terreiro
Sem que percebam o tempo e seus rigores
Dão cor ao rancho quando semeiam canteiros
Que têm a bânção de aquerenciar beija-flores

Dona Dilha, chama os manos pro almoço
Pra revivermos os encontros de carinho
Quero ouvir o que eles têm pra me contar
Enquanto eu conto o que aprendi pelos caminhos

(Sinto-me outro quando retorno, mãe velha
Deixo pra trás o dia-a-dia e seus conflitos
Pra saborear o amanhecer na tua morada
Com café preto, pão de casa e ovo frito

Querida mãe, que és ternura feito gente
Num de repente faz a vida melhorar
Se fez coragem retovada de alegria
E ensina aos filhos o seu jeito de lutar)

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