1. 1

    Serrinha e Zé do Rancho - Saudação Aos Mineiros

  2. 2

    Serrinha e Zé do Rancho - Bom Jesus de Pirapora

  3. 3

    Serrinha e Zé do Rancho - O Fim do Zé Carreiro

  4. 4

    Serrinha e Zé do Rancho - A Paulista do Sobrado

  5. 5

    Serrinha e Zé do Rancho - A Seca

  6. 6

    Serrinha e Zé do Rancho - Abandonado

  7. 7

    Serrinha e Zé do Rancho - Abismo

  8. 8

    Serrinha e Zé do Rancho - As Duas Moças

  9. 9

    Serrinha e Zé do Rancho - Bonde Camarão

  10. 10

    Serrinha e Zé do Rancho - Caboclinha Malvada

  11. 11

    Serrinha e Zé do Rancho - Caboclo Decidido

  12. 12

    Serrinha e Zé do Rancho - Canoeiro Apaixonado

  13. 13

    Serrinha e Zé do Rancho - Chitãozinho e Chororó

  14. 14

    Serrinha e Zé do Rancho - Conselho

  15. 15

    Serrinha e Zé do Rancho - De Longe Também Se Ama

  16. 16

    Serrinha e Zé do Rancho - Depois Que a Rosa Mudou

  17. 17

    Serrinha e Zé do Rancho - Desconsolo

  18. 18

    Serrinha e Zé do Rancho - Jorginho do Sertão

  19. 19

    Serrinha e Zé do Rancho - Maria Rosa do Sertão

  20. 20

    Serrinha e Zé do Rancho - Mestiço

  21. 21

    Serrinha e Zé do Rancho - Mineiro de Monte Belo

  22. 22

    Serrinha e Zé do Rancho - Mulher Fingida

  23. 23

    Serrinha e Zé do Rancho - Noite Cheia de Estrelas

  24. 24

    Serrinha e Zé do Rancho - O Crime da Mariazinha

  25. 25

    Serrinha e Zé do Rancho - O Diabo Foi Na Festa

  26. 26

    Serrinha e Zé do Rancho - O Florejar do Sertão

  27. 27

    Serrinha e Zé do Rancho - O Que Tem a Rosa

  28. 28

    Serrinha e Zé do Rancho - O Sonho do Matuto

  29. 29

    Serrinha e Zé do Rancho - Os Dois Valentes

  30. 30

    Serrinha e Zé do Rancho - Os Três Beijos do Calvário

  31. 31

    Serrinha e Zé do Rancho - Pescaria

  32. 32

    Serrinha e Zé do Rancho - Pinha do Pinheiro

  33. 33

    Serrinha e Zé do Rancho - Referências

  34. 34

    Serrinha e Zé do Rancho - Toureiro Fan-Fan

  35. 35

    Serrinha e Zé do Rancho - Velho Gaúcho

O Fim do Zé Carreiro

Serrinha e Zé do Rancho

Conheci há muito tempo o caboclo Zé Carreiro
Não tinha nenhum amigo no sertão do ingazeiro
Era homem sem religião e o seu Deus era o dinheiro
Todo povo se benzia quando via o Zé Carreiro

Numa sexta-feira Santa, quando a procissão saiu
O povo todo chorou, Zé Carreiro até sorriu
O malvado era descrente, quis fazer um desafio
Pois a boiada no carro e de viagem seguiu

Mais veio uma tempestade, foi a sua perdição
Depois de andar duas léguas, o carro foi num grotão
A boiada se encolheu, no estrondo do trovão
Zé Carreiro blasfemava no meio da escuridão

Por ser um homem malvado, caboclo sem religião
Dava pancada nos bois e chuchava de ferrão
E tirando a garrucha, foi baleando as criação
Quando um boi numa chifrada lhe arrancou o coração

Daí a chuva aumentou, que parecia um tufão
Um raio riscou o céu e brilhou na escuridão
Quando a faísca caiu no estrondo do trovão
Fulminou toda boiada, ficou em cinza o grotão

Ainda hoje os viajantes, que passar naquela estrada
Vê uma velha sepultura e uma cruz abandonada
Nas noites de sexta-feira, tem ali alma penada
Gemendo na sepultura e gritando co'a boiada

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