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Talibã

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Não mosca não, não quebra não, se as favela tá tipo Talibã
Não mosca não, não quebra não, se as favela tá tipo Talibã
Não mosca não, não quebra não, se as favela tá tipo Talibã
Não mosca não, não quebra não

Bom som de periferia, é a trilha oficial
Dos boys que tá nos bangs, nas pistas
Correndo pelo seu qualquer
Sua micharia, fazer oquê, se essa é a vida

Rotulado pela sua sociedade, eu não sou rico
Não sou da família Hacker
Fazer oquê se a fita é essa mermo
Se não tem emprego, não vou implorar por dinheiro

Sou bixo souto, de certo meu proceder
Quem sabe faz na hora, não espera acontecer
Confesso pra você, oquê tem ódio me atrai
Mais não tem pra onde correr, com as merdas que você faz

Favela pede paz, consideração
Presta atenção rapaz, nós né rato de eleição
Só que a real da quebra, não tá na televisão
Aumento da violência, é troco da escravidão

Se acha pouco? tome seu troco
Não vale de nada se for problema dos outros né
Morte é pouco pra político escroto
Eu não falo nada, pra esse bixo paga de doido

Subo o oitizeiro contando cada vitoria
A cada passada um morador com uma nova história
Vejo nas casas, corações puro
Que por dificuldade, da até tiro no escuro

Não mosca não, não quebra não, se as favela tá tipo Talibã
Não mosca não, não quebra não, se as favela tá tipo Talibã
Não mosca não, não quebra não, se as favela tá tipo Talibã
Não mosca não, não quebra não

D.O.O a indea é de firmeza
A fita é uma só, joga os bagui na mesa
Dispensa o pó e trás pra nós as brejas
Tem que saber da nó, isso aqui não é suquinho de cereja

O que chegou dos manos lá de cima?
500 gramas do verde, e um colete malha fina
E o 3 janelas já tá na espera
Pra enquadrar playboy na saída da lotérica

Fazer oquê, se o sistema quis assim
Vou seguindo direitinho, o manual que deram pra mim
Eu tento ser feliz, nessa porra de vida
Fulano ta corrido, de pinote da polícia

G.A.T.I manda se foder, não deve pra mim
Não devo pra você, tua frontier leva cambão
Dos manos de cb, se nunca vai me ver no rolê de camburão

Na caminhada contando cada degrau
A cada passada chegava o juízo final
Entre o bem e o mal, o mal se fez presente
Enquanto houver desigualdade haverá crime presente

Subo o oitizeiro contando cada vitoria
A cada passada um morador com uma nova história
Vejo nas casas, corações puro
Que por dificuldade, da até tiro no escuro

Não mosca não, não quebra não, se as favela tá tipo Talibã
Não mosca não, não quebra não, se as favela tá tipo Talibã
Não mosca não, não quebra não, se as favela tá tipo Talibã
Não mosca não, não quebra não
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