Conheço-te de Algum Lado

Bob Da Rage Sense

Yeah, conheço-te de algum lado
Nada, acho que não baby, acho que não

Ok, imagina uma estrada nunca antes atravessada
Coberta pela mais densa neblina cerrada
Não vês nem sabes o que tá do outro lado
Bom destino, ou abismo mais desgraçado
Extreminantemente obrigado a atravessá-la
E é tudo uma questão de coragem para enfrenta-la
Sem brio aceleras a fuga em território frio
E páras entre os sons da floresta e o silêncio dum rio
Olá, sou o Bob
Assim um desconhecido sobe
Nesta viagem pela vida alguém se encobre
Ser amigo é um conceito subjectivo
As uniões são feitas todas em prole de um objectivo
Numa simples ínfama
Eférme gota contaminada
Chega pra água de uma lagoa calma ser adulterada
O homem tem máscaras
E usa-as consoante a conveniência
Só as vais distinguindo com a convivência
Nesse caso, somos quase todos vítimas de ame tropia
Às escuras e com medo do fim do dia
Tu apenas conheces o desconhecido
E é te omitido tudo o que realmente faz sentido
Os homens são os seguidores que menos seguem
Muitos fiéis estão a espera que te preguem
Para poderem te cuspir e espetar a ultima lança
Sem esperança, alguém vais desfigurar a tua herança
É complexo mas apenas a desconfiança faz nexo
Anda de mãos dadas mas mantém a faca em anexo

Sei lá, o que vou fazer
Dei-te o benefício da dúvida
Cantávamos a mesma música
E agora não vais ter mais (nada de mim)
Conheço-te bem, conheço-te bem, conheço-te bem, conheço-te bem (pensava eu)
Conheço-te bem, conheço-te bem diz-me onde falhei, conheço-te bem, conheço-te bem

Digo-te só quem não tem amigos não é traído
Porque todo o amigo sempre será um desconhecido
E o calor transmitido, muitas das vezes é fingido
E ele funciona como um livro em casa nunca lido
Pertence-te mas nada sabes do que se passa internamente
Sentes a febre que te queima os neurónios rapidamente
Quando descobres que foste vendido por uns cobres
Falsos amigos têm espíritos pobres, men
A humildade de alguém que te julgou irmandade
É a pior corda ao pescoço reforçada com falsidade
Os que se chegam a ti são darbins com escolha selectiva
A expectativa de uma melhor perspectiva
Caís-te levanta-te mas os acidentes não acontecem
O interesse em magoas passadas é que os favorecem, na
Tu não me convences, alias, tu não me pertences
A tua vida é feita de desencontros compreendes
Magoar é mais atractivo ao ego do que perdoar
É mais fácil para o ser humano odiar do que amar
Quantas vezes já apertas-te a mão à tua quimera
Tantas quanto a corro o plano da nova era
Sorrisos são o melhor disfarce possível
Abraços fervorosos escondem um desprezo invisível
Sim, às vezes sinto-me como uma lata reciclada
Ou depois de vazia atirada ao chão de forma desprezível
Aprende a ouvir as palavras que a boca aprende
Não há nada melhor do que aquilo que se sente
Tu sim, muita das vezes eu não porque te quero atirar ao chão
Tu só encontras solução se recorres a compaixão
Porque, o verdadeiro é aquele que nos dá impressão
Que está do nosso lado mesmo quando não está e então
Mano por mais que desprezes
Se existissem almas gémeas todos seriamos siameses

Sei lá, o que vou fazer
Dei-te o benefício da dúvida
Cantávamos a mesma música
E agora não vais ter mais (nada de mim)
Conheço-te bem, conheço-te bem, conheço-te bem
(pensava eu que se confiasses eu nunca suspeitei mas só em frente
Sim perdoar-te porque também já errei eiih eiih)
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