Meu Pai Paga Minha Faculdade / Mexe Essa Sanfona / Eu Vou Pra Vaquejada / Vuco Vuco / Rei Do Baralho / Sala De Reboco (part. Claudio Ney & Juliana)
Filho do Piseiro
Eu digo assim ó
O meu pai paga a minha faculdade
Eu não quero ser doutor
Não nasci pra estudar (eita forrozão)
Eu sou formado no meio da putaria
E dos posto de gasolina
Eu saio para farrear
Olha que meu pai paga a minha faculdade
Eu não quero ser doutor
Não nasci pra estudar
Sou formado no meio da putaria
E dos posto de gasolina, eu saio para farrear
Sair na madrugada
Tomar uma gelada
Eu só ando arrumado no meio da mulherada
Sou um playboy arretado
Aqui tá muito bom
Carro turbinado
Abre a mala e solta o som
Eu gosto de zueira
Olha que eu sou na putaria
Sou doido por mulher
E gelada todo dia
Eu gosto de zueira
Eu sou na putaria
Sou doido por mulher
E gelada todo dia
Eu gosto de zueira
Eu sou na putaria
Sou doido por mulher
E gelada todo dia (ah ladrão)
Bora Filho, cantor
É Claudio Ney
Agora vamo aquelas cinco horas de quatro anos atrás
Dá um Fá, um Fá maior aê
Eu digo assim ó
Olha que eu fiz essa aqui foi para o povo balançar
E não tem letra e só precisa de sanfona (hein?)
Agora eu peço pro sanfoneiro arrochar
Mas puxe, pode balançar
Olha que eu fiz essa aqui foi para o povo balançar
E não tem letra, mas só precisa de sanfona (hein?)
Agora eu peço Alê no Beat arrochar
E o Claudio Ney vai balançar
Olha que mexe, mexe e mexe essa sanfona
Mexe, mexe e mexe essa sanfona
Mexe, mexe e mexe
Todo mundo se balança, Claudio Ney
Olha que mexe e mexe, mexe, mexe essa sanfona
E mexe, mexe e mexe, mexe essa sanfona
Mexe, mexe, mexe essa sanfona
Mexe, mexe, mexe essa sanfona
É, forrozão
Eu digo assim
Canta, meu garoto
Eita mulher chorona (e diz o quê?)
Chora mais que uma sanfona
Arruma a mala e diz que vai embora (hein?)
Dali a pouco se arrepende e chora
Eita mulher chorona
Olha que mais que uma sanfona
Arruma a mala e diz que vai embora
Daqui a pouco se arrepende e chora
Chora de amor, chora de paixão
Chora de saudade, chora de emoção
Chora quando quer, chora sem parar
Filho, Filho, canta o quê?
Chora de saudade, chora de emoção
Chora quando quer, chora sem parar
Mulher chorona (pedi pra parar)
Eu vou pra vaquejada e vou levar você
Ver o gado cair e meu cavalo correr
Eu vou pra vaquejada e vou levar você
Ver o gado cair e meu cavalo
Olha que eu vou pra vaquejada e vou levar você
Pra ver o gado cair e meu cavalo correr
Eu vou pra vaquejada e vou levar você
Pra ver o gado cair e o cavalo correr
Na vaquejada se vê tuadeiro
Ver a moda do vaqueiro que a gente adora
Que dança e se diverte com a mulherada
Se acaba a vaquejada, nordestino chora
Mulher bonita troca de batom
Esse forrozeiro ergue sua senha
Já o vaqueiro tá classificado
Olha mulher, segura
Olha que eu vou, olha que eu vou, olha que eu vou, olha que eu vou
Olha que eu vou, olha que eu vou
Eu vou levar você
Eu vou pra vaquejada e vou levar você
Ver o gado cair, meu cavalo correr
Olha que eu vou pra vaquejada e vou levar você
Pra ver o gado cair e meu cavalo correr
Eu vou pra vaquejada e vou levar você
Pra ver, eu digo assim
Olha você nunca me amou e só me quer pra aquela hora
Me pega vuco vuco, vuco vuco e vai embora
Olha você nunca me amou, mas só me quer pra aquela hora
Me pega vuco vuco, vuco vuco e vai embora
No vuco vuco você chega sem demora
Passa a perna e vai embora e some sem eu perceber
Me deixando sem prazer
E me deixando sem prazer
Olha que é vuco, vuco, vuco, vuco, vuco e vai embora
Olha que é vuco, vuco, vuco, vuco, vuco
Olha que é vuco, vuco, vuco, vuco, vuco
Olha que é vuco, vuco, vuco, vuco, vuco e vai
Olha que é vuco, vuco, vuco, vuco, vuco
Eu digo assim
Eu fui o rei
Homem de má intenção
Jogar carta, beber cana
Era a minha inclinação
Quando eu entrava no jogo
Sentava de prevenção (e aí?)
No cinto um revólver Smith
Muita bala e um facão
Já pedia uma cachaça (ah, ladrão)
Misturada com limão (e aí molequê?)
Puxava o chapéu pros olhos
E misturava o carvão
Roubava uma carta e duas
Jogava outra no chão
Botava outra no bolso
Tava feita a tapeação
Eita pau de forró
Pedi pra parar
Eu digo assim, aquela
Olha que todo tempo enquanto houver pra mim é pouco
Pra dançar com meu benzinho numa sala de reboco
Olha que todo tempo enquanto houver pra mim é pouco
Pra dançar com meu benzinho numa sala
Olha que
É pra mim? Pra quem é isso aqui?
Eu digo todo tempo enquanto houver pra mim é pouco
Pra dançar numa sala de reboco
Enquanto o fole tá fungando, tá gemendo
Vou dizendo meu sofrer pra ela só
E ninguém nota que eu estou te paquerando
Vai aumentando, nunca vi coisa melhor
Olha que todo tempo enquanto houver pra mim é pouco
Pra dançar (bota forró)
Todo tempo enquanto houver pra mim é pouco
Pedi pra parar, tchau
O meu pai paga a minha faculdade
Eu não quero ser doutor
Não nasci pra estudar (eita forrozão)
Eu sou formado no meio da putaria
E dos posto de gasolina
Eu saio para farrear
Olha que meu pai paga a minha faculdade
Eu não quero ser doutor
Não nasci pra estudar
Sou formado no meio da putaria
E dos posto de gasolina, eu saio para farrear
Sair na madrugada
Tomar uma gelada
Eu só ando arrumado no meio da mulherada
Sou um playboy arretado
Aqui tá muito bom
Carro turbinado
Abre a mala e solta o som
Eu gosto de zueira
Olha que eu sou na putaria
Sou doido por mulher
E gelada todo dia
Eu gosto de zueira
Eu sou na putaria
Sou doido por mulher
E gelada todo dia
Eu gosto de zueira
Eu sou na putaria
Sou doido por mulher
E gelada todo dia (ah ladrão)
Bora Filho, cantor
É Claudio Ney
Agora vamo aquelas cinco horas de quatro anos atrás
Dá um Fá, um Fá maior aê
Eu digo assim ó
Olha que eu fiz essa aqui foi para o povo balançar
E não tem letra e só precisa de sanfona (hein?)
Agora eu peço pro sanfoneiro arrochar
Mas puxe, pode balançar
Olha que eu fiz essa aqui foi para o povo balançar
E não tem letra, mas só precisa de sanfona (hein?)
Agora eu peço Alê no Beat arrochar
E o Claudio Ney vai balançar
Olha que mexe, mexe e mexe essa sanfona
Mexe, mexe e mexe essa sanfona
Mexe, mexe e mexe
Todo mundo se balança, Claudio Ney
Olha que mexe e mexe, mexe, mexe essa sanfona
E mexe, mexe e mexe, mexe essa sanfona
Mexe, mexe, mexe essa sanfona
Mexe, mexe, mexe essa sanfona
É, forrozão
Eu digo assim
Canta, meu garoto
Eita mulher chorona (e diz o quê?)
Chora mais que uma sanfona
Arruma a mala e diz que vai embora (hein?)
Dali a pouco se arrepende e chora
Eita mulher chorona
Olha que mais que uma sanfona
Arruma a mala e diz que vai embora
Daqui a pouco se arrepende e chora
Chora de amor, chora de paixão
Chora de saudade, chora de emoção
Chora quando quer, chora sem parar
Filho, Filho, canta o quê?
Chora de saudade, chora de emoção
Chora quando quer, chora sem parar
Mulher chorona (pedi pra parar)
Eu vou pra vaquejada e vou levar você
Ver o gado cair e meu cavalo correr
Eu vou pra vaquejada e vou levar você
Ver o gado cair e meu cavalo
Olha que eu vou pra vaquejada e vou levar você
Pra ver o gado cair e meu cavalo correr
Eu vou pra vaquejada e vou levar você
Pra ver o gado cair e o cavalo correr
Na vaquejada se vê tuadeiro
Ver a moda do vaqueiro que a gente adora
Que dança e se diverte com a mulherada
Se acaba a vaquejada, nordestino chora
Mulher bonita troca de batom
Esse forrozeiro ergue sua senha
Já o vaqueiro tá classificado
Olha mulher, segura
Olha que eu vou, olha que eu vou, olha que eu vou, olha que eu vou
Olha que eu vou, olha que eu vou
Eu vou levar você
Eu vou pra vaquejada e vou levar você
Ver o gado cair, meu cavalo correr
Olha que eu vou pra vaquejada e vou levar você
Pra ver o gado cair e meu cavalo correr
Eu vou pra vaquejada e vou levar você
Pra ver, eu digo assim
Olha você nunca me amou e só me quer pra aquela hora
Me pega vuco vuco, vuco vuco e vai embora
Olha você nunca me amou, mas só me quer pra aquela hora
Me pega vuco vuco, vuco vuco e vai embora
No vuco vuco você chega sem demora
Passa a perna e vai embora e some sem eu perceber
Me deixando sem prazer
E me deixando sem prazer
Olha que é vuco, vuco, vuco, vuco, vuco e vai embora
Olha que é vuco, vuco, vuco, vuco, vuco
Olha que é vuco, vuco, vuco, vuco, vuco
Olha que é vuco, vuco, vuco, vuco, vuco e vai
Olha que é vuco, vuco, vuco, vuco, vuco
Eu digo assim
Eu fui o rei
Homem de má intenção
Jogar carta, beber cana
Era a minha inclinação
Quando eu entrava no jogo
Sentava de prevenção (e aí?)
No cinto um revólver Smith
Muita bala e um facão
Já pedia uma cachaça (ah, ladrão)
Misturada com limão (e aí molequê?)
Puxava o chapéu pros olhos
E misturava o carvão
Roubava uma carta e duas
Jogava outra no chão
Botava outra no bolso
Tava feita a tapeação
Eita pau de forró
Pedi pra parar
Eu digo assim, aquela
Olha que todo tempo enquanto houver pra mim é pouco
Pra dançar com meu benzinho numa sala de reboco
Olha que todo tempo enquanto houver pra mim é pouco
Pra dançar com meu benzinho numa sala
Olha que
É pra mim? Pra quem é isso aqui?
Eu digo todo tempo enquanto houver pra mim é pouco
Pra dançar numa sala de reboco
Enquanto o fole tá fungando, tá gemendo
Vou dizendo meu sofrer pra ela só
E ninguém nota que eu estou te paquerando
Vai aumentando, nunca vi coisa melhor
Olha que todo tempo enquanto houver pra mim é pouco
Pra dançar (bota forró)
Todo tempo enquanto houver pra mim é pouco
Pedi pra parar, tchau