Olhando para ti, sofrendo nessa cruz
Eu sinto a ingratidão e tão grande desamor
Eu lembro, meu senhor, já estive em outra cruz
Do pecado e da morte, mas teu amor me libertou
Tu perguntaste: Ninguém te condenou?
Da morte o senhor me libertou!
Agora eu pergunto: Quem te condenou?
Por que matar alguém que tanto amou?
Olhando para ti, do alto dessa cruz
Eu vejo a gratidão de alguém que sabe amar
Não precisa perguntar: Quem me condenou
Fui eu que me entreguei só por amor
Não posso dar-te as mãos pregadas nessa cruz
Mas posso dar a ti meu coração
Ninguém jamais amou
Como sempre vou te amar
Meu sangue vai, enfim, te libertar