Queima-goela, catinguenta
Racha-peito, mandureba
Lá vem a baronesa danadinha
Ela é perigosa a braba sinhazinha
E se o trem sacode, a manguaça acode
Com ela ninguém amarra o bode
Divina espevitada, preciosa imaculada
Abençoada bagaceira d’água bruta brasileira

Ela é amarelinha
Rainha da caninha
Teimosa aquelazinha
Birrada ardidinha

Gasolina de garrafa
Paraty meu amor, minha malafa
Esquenta por dentro disgramada
A dengosa cura tudo, canjica desmanchada

A filha do engenho fogosa
Toma juízo sua manhosa
Vamo garimpá até a cobra assoviá
Pinga, vira e puxa até o Sol raiá
Marvada!

Moça bonita dá uma cachimbada
Vem brindá com a véia camarada
Dose que dá, que dá nó na língua
A martelada mais forte dessa terra
O leite lavado que desce lá da serra
Dá uma bicada? Mé mió num há!

Sua o alambique
Abre a cascata
Surra o santo, o diabo
E o cidadão primata

Aguardente
Borbulhante e vil
Amnésia da boa
Puta que pariu!

A filha do engenho fogosa
Toma juízo sua manhosa
Vamo garimpá até a cobra assoviá
Pinga, vira e puxa até o Sol raiá
Marvada!

Moça bonita dá uma cachimbada
Vem brindá com a véia camarada
Dose que dá, que dá nó na língua
A martelada mais forte dessa terra
O leite lavado que desce lá da serra
Dá uma bicada? Mé mió num há!

Mé mió num há!
Mé mió num há!
Mé mió num há!

Puta que pariu!

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