Sertanejo

Peão Carreiro e Praense

Eu sou sertanejo amante da terra
Lutando na guerra da sobrevivência
Tenho o couro grosso na palma da mão
A grande razão da minha existência

A vida do campo é uma vida mais pura
Aonde a cultura é um bem natural
Não há distinção de raça ou de cor
Se dá o valor de igual pra igual

Sertanejo é o começo da história
É a força é a glória de uma nação
Sertanejo é o pó da estrada
É a terra tombada é a semente do chão

O dia amanhece o trabalho me chama
Eu pulo da cama e não mostro o cansaço
Igual o carneiro que sofre e não berra
Labuto com a terra na mão e no braço

A escola da vida é quem dá o diploma
Daquele que soma e nunca estudou
A mente traduz a linguagem do tempo
Seguindo o exemplo que o mestre deixou

Sertanejo é o começo da história
É a força é a glória de uma nação
Sertanejo é o pó da estrada
É a terra tombada é a semente do chão
Sertanejo
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