O pai no lar, é um pai de amor
Não pode esquecer o filho
Desde a saída do filho, a sua vida é triste
O seu coração está vazio
E os dias passam, enquanto o saudoso ele segue perguntando assim mesmo
Será que meu filho um dia vai voltar?
Será que meu filho um dia vai voltar?
Numa tarde, o pai está de novo olhando se o filho talvez não volta ao lar
E longe, na estrada, ele vê um mendigo vindo em sua direção
O pai olha de novo, não pode ser, através dos andrágios ele vê o filho aproximar-se
E então, movendo-se de íntima compaixão, corre ao seu encontro e o abraça
Meu filho, meu filho, bem-vindo, meu filho
Ó filho querido, que voltas ao lar!
Agora não preciso mais esperar
Te tenho de novo, meu filho querido
Te tenho de novo, tu que tinhas ido
Envergonhado, o filho se dirige ao pai e diz
Pai, pequei, pequei contra o céu e perante ti
Pai, pequei, pequei contra o céu e perante ti
Já não sou digno de ser chamado teu filho
Já não sou digno de ser chamado teu filho
Pai, pequei contra o céu e perante ti
Já não sou digno de ser chamado teu filho
Faze-me como um dos teus jornaleiros