1. 1

    Allumina - 2

  2. 2

    Allumina - Nostalgia

  3. 3

    Allumina - 6

  4. 4

    Allumina - À Procura de Uma Resposta

  5. 5

    Allumina - Corpo, Mente e Alma

  6. 6

    Allumina - Espiral

  7. 7

    Allumina - Estoque

  8. 8

    Allumina - Macrocosmo

  9. 9

    Allumina - Momento

  10. 10

    Allumina - Ouroboros

  11. 11

    Allumina - Pedaços que Esqueci

  12. 12

    Allumina - Silêncio e Vazio

  13. 13

    Allumina - Subliminal

  14. 14

    Allumina - Últimos Suspiro

  15. 15

    Allumina - 4

  16. 16

    Allumina - A Chuva

  17. 17

    Allumina - Aquarela (Entre Tintas e Realdade)

  18. 18

    Allumina - Chances

  19. 19

    Allumina - Insatisfação

  20. 20

    Allumina - Mundo de Cerâmica

  21. 21

    Allumina - Páginas em Branco

  22. 22

    Allumina - Precipício

  23. 23

    Allumina - Quo Vadis

Incapaz de sorrir mirando o meu carrasco
Os dedos machucam a aprede de nervos
Inclinada sob a dor
Nenhuma rota ideal desvia o meu caminho
De encontrar o seu caminho
A regra é me enganar
sentindo e respirando
O seu aroma doentio
Devore sem talher um ódio dedicado
Qualquer sabor sadio agora é passado
A rota ideal para fugir
Ilustra a nova capa do meu cardápio
Me dá a descrição do gosto enjoativo
Que eu não vou mais deglutir
Um crime em cada sintoma
Com a santa doença imune ao julgamento
Que existência frágil e livre pra mentir
Só um leigo aprecia seu sabor sem refletir
A rota ideal para fugir
Ilustra a nova capa do meu cardápio
Se afogue nessa sopa de gosto enjoativo
Tão letal, tão insípido como traição
Clínico, um mal sem restrição
A existência fráfil e livre pra mentir
Pra alguém que se comove
Sem cura pra razão
Cada crime e sintoma, cada qual sem punição
Qualquer momento frágil de prazer
Sucumbe lentamente
À esse veneno resistente

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