1. 1

    Anjos do Acaso - Choro em vão

  2. 2

    Anjos do Acaso - Incógnita

  3. 3

    Anjos do Acaso - Não Tenho Regras

  4. 4

    Anjos do Acaso - O Contágio

  5. 5

    Anjos do Acaso - O Teatro Mágico

  6. 6

    Anjos do Acaso - Abismo

  7. 7

    Anjos do Acaso - Além da digital

  8. 8

    Anjos do Acaso - Ataque Atômico

  9. 9

    Anjos do Acaso - Atomic Attack

  10. 10

    Anjos do Acaso - Beyond digital

  11. 11

    Anjos do Acaso - Carro de Boi

  12. 12

    Anjos do Acaso - Em tinta invisível (dois lados)

  13. 13

    Anjos do Acaso - Enquanto Eu Fumo

  14. 14

    Anjos do Acaso - Minha Família

  15. 15

    Anjos do Acaso - Não sacamos o preceptor

  16. 16

    Anjos do Acaso - O Paradoxo Eu

  17. 17

    Anjos do Acaso - Qualé a Fé? (interrogação)

  18. 18

    Anjos do Acaso - Quem estava à frente?

  19. 19

    Anjos do Acaso - Reality Show

  20. 20

    Anjos do Acaso - Saída pela tangente

  21. 21

    Anjos do Acaso - Só queremos a receita

  22. 22

    Anjos do Acaso - Somos Amigos

  23. 23

    Anjos do Acaso - The Contagion

  24. 24

    Anjos do Acaso - The magic theater

  25. 25

    Anjos do Acaso - The Outsider

  26. 26

    Anjos do Acaso - The Recipe

  27. 27

    Anjos do Acaso - Você tem toda razão

  28. 28

    Anjos do Acaso - Vou Voltar a Te Ver

  29. 29

    Anjos do Acaso - We didn't get the teacher

  30. 30

    Anjos do Acaso - While I Smoke

  31. 31

    Anjos do Acaso - Who was up front?

  32. 32

    Anjos do Acaso - You Have Every Reason

Além da digital

Anjos do Acaso

Preso na memória fechado no silêncio
Sendo odiado confuso irresponsável
Calado e disperso ignoro a mim mesmo
Suporto o que dá num falso movimento
Nem tudo está oculto eu não omito nada
Se ninguém quer ver caminho a estrada
Nem tudo está perdido está no limite na beirada
Após do muro alto protegido pela guarda

No limite do real no início da loucura
Habita o surreal o novo futuro
O que esperavam do meu eu
Comigo dormirá a falta do sentido comigo morrerá

Não é coisa pouca nem coisa demais
Apenas o equilíbrio entre ódio e paz
O que consome núcleo da nada pode esperar
É fricção é divisão um modelo a se estruturar

Na base poética a o vai vem continua
Tudo segue uma lei como as fases da Lua
No X do mapa no hiato da palavra
Haviam mais coisas que na palavra exata

Ilusão que prende óptica, interface rachada
Comanda a precisão de uma mensagem enviada
Que atravessa o espaço alcança caminhos
Desbrava horizontes sangrando com espinhos

Fala pra mim o que você não enxerga
O que interfere na memória que te cega
Fala pra mim o que te deixa espantada
Se a rotina é a mesma e nunca muda nada

Não é coisa pouca nem coisa demais
Apenas o equilíbrio entre ódio e paz
O que consome núcleo da nada pode esperar
É fricção é divisão um modelo a se estruturar

Preso na memória fechado no silêncio
Sendo odiado confuso irresponsável
Calado e disperso ignoro a mim mesmo
Suporto o que dá num falso movimento

Ilusão de óptica arma teleguiada
No X do mapa no hiato da palavra
No momento exato exaustão programada
Só existe um destino e várias estradas

No limite do real no início da loucura
Habita o surreal o novo futuro
Não é coisa pouca nem coisa demais
Apenas o equilíbrio entre ódio e paz

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