Sob um raio noturno, sozinho me encontro
Perdido em meus pensamentos
Procurando esquecer as lembranças de um sonho
Um rosto vestido em lágrimas
Clama em meio à névoas profundas
Uma estranha aflição e um desejo constante
Pensamentos recaem na sede e angústia do ser
Destinado a viver sob eterno calvário
Suas chances
São provas de sortes de um mundo distante
Que relembra o poder, a doutrina e a espoliação
Como posso encontrar meu caminho
Se os jovens estupidamente o destroem
Como posso viver cegamente
Se a ânsia que trago enfurece meu peito
Enlouquece meu peito
Prisioneiro do alvorecer
Prisioneiro do alvorecer
Prisioneiro do alvorecer
Ao cair da noite a maldição se abate
E cada qual encontra sua cilada
O cair da noite traz o medo e a aflição
E carrega inquietação e sofrimento
Como um sonhador vislumbrando o amanhã
A humanidade traz em si esperança
Se a mentira acabar e o homem tolo se olhar
Um povo inteiro enxergará sua herança
Prisioneiro do alvorecer
Prisioneiro do alvorecer
A antiga chama se desprende ao vento
Como um filho rebelde luta contra um tormento
Uma antiga aflição, uma eterna vingança
Como vou suportar sem amor a verdade?
Prisioneiro do alvorecer
Prisioneiro do alvorecer
Prisioneiro do alvorecer
Prisioneiro do alvorecer
Prisioneiro do alvorecer
Prisioneiro do alvorecer