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A História do Zé Pedrinho

Jorge Cabeleira e o Dia Em Que Seremos Todos Inúteis

Zé Pedrinho jurou a Deus, jurou voltar p'ro sertão
Há muito tempo que ele deixava chorando sua amada
Foi atrás do açude grande e de dinheiro e moradia
Foi atrás de sua sina e disso Zé já sabia

Foi atrás da sua vida solução e resolveu voltar p'ro sertão
Escutou a fome e a sede, mas não escutou o seu coração
Esse caminho que eu faço agora eu já fiz em sentido contrário
Volto agora pelas mesmas pedra e mesmo rio, mesmo mato

Vou atrás de minha amada
Esmeralda minha nêga que ficou chorando
Adeus minha nêga, até logo
É que eu já vou andando

Nesse caminho logo em frente achei o rastro da Esmeraldo
Passou por aqui toda arrumada cheia de homem e de cara pintada
Meu Deus que ocê tá me dizendo?
Será que virou quenga a minha Esmeralda?

Pois me diga onde ela foi
Que eu vou atrás pra matar aquela catraia safada
Numa casa logo em frente eu achei a Esmeralda
Casa de homem é o que dizia a placa, vou esperar a madrugada

Então derrubei a porta da casa chamando por Esmeralda
Com o coração apertado dei cinco tiros na cara d'áquela quenga safada
E agora eu vou me embora que atrás dos meus passo vão vindo os guarda
E com a bala que sobrou acabo com minha vida, adeus oh! minha amada!
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