Dê-lhe Que Dê-lhe Vanera

Os 4 Gaudérios

Bamo que bamo dê-lhe que dê-lhe vanera
Bamo que bamo dê-lhe que dê-lhe vanera
Bamo que bamo nessa marca tafoneira
Xixo cuiudo que faz saltar da peneira

É fandango macho que o índio quebra o cacho
Dançando de espora faz estrago e alarido
Bate o pé no chão riscando no salão
Vai metendo os peitos e se enredando nos vestidos
É só na vanera que se levanta a poeira
E segue esse tranco num balança mas não cai
Sacudindo os quarto e chacoalhando as "cuaiera"
Se o baiel é na fronteira nunca falta um sapucay

Eu sou um índio taita quando eu abro a gaita
A minha garganta tem a voz de um clarim
E nesse gaitaço hoje eu vou mostrar
Todo o gauchismo que brota dentro de mim
Bamo que bamo nesse tranco macanudo
É muito cuiudo pra incendiar o chinaredo
É desse jeito que se baila na fronteira
A noite inteira até de manhã bem cedo.
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Momentos

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