Estilhaços

Viela 17

Rompendo a terra a guerra vou além do som
E dos limites do dom
Tempo, espaço, levo em meus braços
Vou

É como um jogo de cartas marcadas
Onde quem vence a maldição
Tá condenado a praga que mata
Antes, estudo era o futuro
Agora escola escassa
Só traição, segue o destino
Uma cela a morada

Droga vendida numa esquina
Desvio de conduta
Conselhos nunca adiantaram
Então segue, se afunda
Quem mata mais é o rei da selva
So ódio, só ira
Competição pra ser vendido
Atento a matilha

Tem MC que diz o foda
Aumenta a discórdia
Quando a chapa esquenta
Só ramela e com a língua se enforca
O show da quebra só as dona
De corpo sarado
Álcool por sexo, noite virada
Do auge ao fracasso

Cheiro de thinner ou formol
Numa lata, loucura
Dia seguinte, arrependida
Em ressaca profunda
Jogando o jogo do sistema
Faz e acontece
Tem nas próprias mãos sua derrota
Futuro em cheque

Machista nato, espancador, o gatilho seu mestre
Lotam cemitérios e o burguês
Ganham o jogo muleke
Os poderosos
Se divertem provocam temores
Os negros não assumem o domínio
E morre os autores
Sem aliado pra seguir
Time, porra nenhuma
Foda, tá difícil

Juvenil não respeitam as ruas
Não lutei tanto pra seguir sendo pop muleke
A cena não morreu pois só os fortes insiste no rap
Seguindo a luta solitário
Mas nunca sozinho
Enfrento desafio sou por todos
Que somam nos trilhos
Time pesado

Expansao do fundão a família
O bonde mais sinistro é batizado com força na rima
Sem alemao, sem sanguessuga fiel segue a luta
Assumam os seus postos
Vem na fé aquecendo a disputa
O mar de sangue infelizmente
Emborca no asfalto
Mas não passo pano pra cretino

Sedento ao descaso
Sofri demais, morri cem vezes
Mas fico de pé
Ressurjo do exílio
Ceilandense guiado na fé
A esperança, o céu azul
O mais lindo caminho
Vem com muito esforço
Muita raça, rachando os espinhos

Nocivo shomon
Máximo respeito a velha e a nova
O rap se renova uniao cresce o cartel
Viver de rap é difícil invejoso que te prova
Vacilou é desova cova pra Daniel
Me livrando dos males corações de proveta
Armado com a caneta faço lock provar fel
Ganhando os olhares milhões de zé buceta
Aliado muleta nem só dalila é infiel
Véu da noite viu eu varando as madruga
Cantei os menor alvejado na fuga

Governo que aluga o ar que respiramos
Inimigos que matamos mulheres que amamos
Derramamos sangue da nossa gente
Pregando liberdade com pescoço na corrente
Fui buscar meu ganha pão rimando na sequela
Caminhando na viela17
Mil motivos pra compor melancolia
Entre o fuzil e o isopor de picolé
Pivete monstro vivo terror piq abadia
Viver muito como zé ou morrer que nem pelé

Chris soul
Rompendo a terra a guerra vou além do som
E dos limites do dom
Tempo, espaço, levo em meus braços
Vouuuu
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