Condor Ameríndio

Miro Saldanha

Ooh, oh, ooh
Ooh, oh, ooh
Ooh, oh, ooh
Ooh, oh, ooh

Senhores, venho dos montes
Por onde voa o Condor
Solo sagrado onde o índio
Foi o primeiro a pisar
O branco escreveu a história
De escravidão e de dor
E a sombra de grandes asas
Veio do céu pra mudar

Espírito que voa
Teu grito ecoa na imensidão
Sonhando um povo latino
Com o seu destino na mão
A sombra de tua imagem
Lembra coragem, bravura e fé
E o céu que tua asa palpa
Une Atahualpa a Sepé

Ooh, oh, ooh
Ooh, oh, ooh
Ooh, oh, ooh
Ooh, oh, ooh

Voa, gigante alado
Buscando um tempo melhor
Guia o povo ameríndio
Pelos caminhos da paz
Clama livre esta terra
Regada a sangue e suor
E esmaga a mão que te oprime
Com a força de uma tenaz

Espírito que voa
Teu grito ecoa na imensidão
Sonhando um povo latino
Com o seu destino na mão
A sombra de tua imagem
Lembra coragem, bravura e fé
E o céu que tua asa palpa
Une Atahualpa a Sepé

Ooh, oh, ooh
Ooh, oh, ooh
Ooh, oh, ooh
Ooh, oh, ooh

Um dia a voz do índio
De Machu Picchu às Missões
Resgatará no tempo
Sua cultura ancestral
E então um canto livre
Virá mesclando nações
E ecoará na Terra
Dos Andes ao Pantanal

Espírito que voa
Teu grito ecoa na imensidão
Sonhando um povo latino
Com o seu destino na mão
A sombra de tua imagem
Lembra coragem, bravura e fé
E o céu que tua asa palpa
Une Atahualpa a Sepé

Espírito que voa
Teu grito ecoa na imensidão
Sonhando um povo latino
Com o seu destino na mão
A sombra de tua imagem
Lembra coragem, bravura e fé
E o céu que tua asa palpa
Une Atahualpa a Sepé
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